ALZHEIMER => é a forma mais comum de demência. Assim descobriu em 1906 o alemão, Alois Alzheimer, o qual emprestou o nome. Mas, fora do campo da medicina, será que já paramos pra pensar o que é de verdade essa doença que cresce a cada ano? Será que numa maestria, assim como todo o corpo humano, o cérebro não identificou uma forma de autodestruição sem sofrimento? Imagine que seu corpo está saudável aos 80 anos e a depressão te faça de moradia, pois, você sabe que sua linha de vida está mais pra fim que pra início. Imagine que você tem uma família linda e maravilhosa e ama e é amado demais. Agora imagine que a vida lhe convida a deixar todo esse privilégio e simplesmente, acabar com tudo isso. Não lhe parece que racionalmente, a morte começa de fato, antes da de direito? Não lhe parece que sem o ópio do povo, isso lhe fará menor? Não nos parece que esquecer aos poucos que amamos e quem amamos, não é uma forma mais branda de deixar a vida? Não nos parece, sinceramente, que o Alzheimer é uma forma de autoproteção dos neurônios, para evitar a morte antes que ela chegue? Estive pensando e cheguei a essa teoria, enquanto o Alzheimer não me pega!

